Up Your Ass

06/02/2010 at 21:36 Deixe um comentário

Títulos alternativos para Up Your Ass (Vai Tomar no Cu) eram “Do Berço ao Barco”, “A Grande Chupada” e “A Partir da Lama”.

dedicatória:

“Eu dedico esta peça a Mim;
uma fonte contínua de força e orientação, e sem cuja lealdade inabalável, devoção e fé, esta peça jamais poderia ter sido escrita.

Agradecimentos adicionais:

Eu Mesma
Por revisão, comentário editorial, dicas úteis, criticismo e sugestões e um excelente trabalho de datilografia.
Eu

por pesquisa Independente acerca de homens, mulheres casadas e outros degenerados.”

por Valerie Solanas

Tempo: Esta tarde.

Lugar: Uma calçada em uma cidade grande norte-americana.

Bongi Perez.
Vestida em calças cáqui, uma jaqueta xadrezada berrante e tênis, ela está caminhando ociosa do lado de fora da escada do prédio onde vive, próximo a um restaurante elegante com um pátio.
Passa uma mulher jovem.

Bongi: Oi, Linda.

(A mulher a ignora.)

Bongi: Cadela convencida.

(Uma segunda garota passa.)

Bongi: Oi, Maravilhosa.

(A mulher vira o rosto e continua seguindo adiante.)

Bongi: Minha nossa. Mas nós não somos as bundas de primeira qualidade? Você tem uma boceta por Dior?

(Uma terceira garota passa pela calçada. Bongi bloqueia o caminho dela. A garota move-se para o lado tentando ultrapassar Bongi, mas Bongi a acompanha, ainda a bloqueando. A garota move-se para o outro lado, mas novamente Bongi bloqueia sua passagem.)

Bongi: Dê-me um beijo que eu deixo você passar.

Garota (chamando em irritação lamuriosa seu acompanhante que estava alguns passos atrás): Morton, esta garota, ela não me deixa passar.

Morton (aproximando-se): Vamos, vamos, Garota, deixe-a passar.

Bongi: Ei, o herói chega para o resgate.

(Ela continua a bloquear o caminho da garota.)

Morton: Se é essa a sua idéia de humor, deixe-me assegurá-la que isso não tem graça. (Ele empurra Bongi para o lado.)

Bongi: Uuuh, você é tão grande e forte, Morton.

(Ele e a garota dão passos largos e pomposos subindo a rua.)

Bongi (berrando atrás deles): Ela é toda sua, herói; ela realmente não é meu tipo.

(Bongi retoma seu assento no degrau. Então ela nota alguém que ela conhece se aproximando pela rua.)

Bongi (gritando): Miss Collins. Oi, Miss Collins.

(Miss Collins, um drag queen com maquiagem pesada, de aparência maliciosa, aparece.)

Miss Collins: Olá, Anjo. (Ele a beija.) Querida, você está simplesmente primorosa. Está ótima. Você parece boa o bastante para comer. Agora, diga-me como eu estou. (Ele se empina e posa.) Boa o bastante para comer?

Bongi: Eu não poderia dizer; eu sou vegetariana.

Miss Collins (notando alguém pela rua): Oh, Deus, olha quem está…. Apenas ignore-a. Ela é, sem dúvida, a bicha mais extravagante e sem gosto que eu já encontrei. Tenho vergonha de ser vista na rua com ela. Olhe para ela – 1965 e ela está usando sapato anabela.

(Scheherazade aparece.)

Scheherazade: Olá, Bongi, Amor. (Ele a beija.) E olá para você, também, Miss Collins.

Miss Collins: Não se atreva a tocar em mim.

Bongi: Sabe, eu acabei de notar – Scheherazade tem uma bunda como uma garota.

Scheherazade (animado): Oh, eu tenho? Eu tenho? (Ele empina a bunda dele.)

Miss Collins: Como é a minha? Olhe a minha. (Ele empina a bunda dele.)

Bongi: Nah, você tem uma bunda magricela.

(Scheherazade põe a língua para fora para Miss Collins.)

Miss Collins: Mas olhe para ela quando eu ando; isso faz uma grande diferença. (Ele anda e empina a bunda dele.)

Bongi: Não, ainda é uma bunda magricela.

Miss Collins: Tudo bem, então você não pode ter tudo.

Scheherazade: O que mais tem aí?

Miss Collins (para Bongi): é melhor você prestar atenção a como você se senta, Senhorita Coisa; afinal, ainda somos homens.

Scheherazade: Fale só por você.

Miss Collins: Eu encaro a realidade, e a nossa realidade é que somos homens.

Scheherazade: Você é o que você parece.

Bongi: Você é muito bonito para um garoto.

Scheherazade (raiva controlada): O que você quer dizer? Para um garoto? Olha, não quero me gabar, mas eu sei o que eu tenho.

Miss Collins: Você sabe onde você tem? Está entre as suas pernas.

Scheherazade: Ooooo, ela é tão vil. Senhorita Bunda-Ridícula.

Miss Collins: Talvez sim, mas pelo menos eu jamais usaria brilho dourado nos olhos para sair à tarde. De qualquer maneira, é verdade, verdade, verdade, e você sabe que é verdade – você iria direto para a cama atrás de uma xoxota gostosa.

Scheherazade: Eu SOU uma xoxota gostosa.

Miss Collins: Isso é exatamente o que eu sempre disse – você tem uma cara que parece uma boceta.  Cara de Boceta! Cara de boceta!

Scheherazade: Oooooo, eu desprezo as bichas.

Miss Collins: Devo lhe contar um segredo? Eu desprezo os homens! Oh, por que eu deveria ser um deles? (Se animando) Você sabe o que eu gostaria de ser mais do que qualquer coisa no mundo? Uma lésbica. Então eu poderia ser o bolo e comê-lo, também.

Scheherazade: Você é muito insensível para apreciar a nobreza dos relacionamentos dóricos. Eu mesma tive os casos mais belos e inspiradores.

Miss Collins: Que casos – três minutos atrás de um arbusto, um minuto e meio cada.

Scheherazade: Estou cansada de você sempre pegar algo belo e bom, e torná-lo sujo. (Ele bate em Miss Collins com a bolsa dele.)

Miss Collins: Não me bata, Cobra. (Ele empurra Scheherazade forte, fazendo-o cambalear para trás.) Apenas não me bata.

(Ele empurra Scheherazade forte novamente, fazendo-o cambalear ainda mais para trás. Miss Collins continua empurrando Scheherazade mais abaixo na rua.)

Scheherazade: Eu não bati em você assim tão forte. É melhor você parar de me bater, ou você vai se arrepender. (Fora de vista.) Policial, policial, essa coisa, ela está me cutucando na bunda com o lápis de olho dela. (Suas vozes desaparecem.)

(Uma garota alta de cerca de 25 anos, vestindo terno e minissaia, sai do prédio de apartamentos, carregando um saco de papel e dois pauzinhos chineses.)

Ginger: Diga, moça, por acaso você viu um cocô por aqui?

Bongi: Bem, qual o aspecto desse cocô? Ele é azul?

Ginger: Uh, não, não, não, não.

Bongi: Ele é verde?

Ginger: Não, não, não, não.

(Ginger se inclina e procura pelo cocô.)

Bongi: Ele é vermelho?

Ginger: Não! Não! Não! Não! É apenas um pequeno cocozinho amarelo.

Bongi: Não, eu não o vi. Sem querer ser intrometida, mas este cocô tem valor sentimental?

Ginger: Não seja absurda. É para o jantar.

Bongi: Oh. Por que ele estaria rolando aqui fora?

Ginger: Eu o peguei para ser pintado de amarelo. Ele deve ter caído da sacola quando eu estava entrando.

Bongi: Você serve frequentemente cocô para o jantar?

Ginger: Você é realmente demais. Você gostaria de comer cocôs todo tempo? Isto é realmente asqueroso.

Bongi: Você tem razão nesse ponto.

Ginger: Terei companhia esta noite. Tenho dois homens realmente dinâmicos e fascinantes convidados para o jantar, e quero causar a melhor impressão possível.

Bongi: Então vai servir-lhes o cocô?

Ginger: Você é impossível. Asseguro-lhe que não tenho intenção alguma de servir cocô aos meus convidados. O cocô é para mim. Todo mundo sabe que os homens têm muito mais respeito por mulheres que são boas em engolir merda. Diga, você gostaria de jantar conosco?

Bongi: Eu não sei – depende do que mais terá no cardápio.

Ginger: Eu realmente não sei dizer; Russell quem vai cozinhar o jantar. Ele deverá chegar a qualquer minuto. É por isso que eu queria me apressar e encontrar o cocô; eu pensei que deveria dispô-lo como uma peça central antes dele chegar aqui.

Bongi: Se eu encontrá-lo por acaso, eu te aviso.

Ginger: Para ser sincera, é pelo Russell que estou te convidando para o jantar. Ele não conhece muitas garotas – eu sou sua única colega de trabalho – mas eu sei que ele adoraria conhecer algumas, então, desde que eu de certa forma o adotei – ele é um garoto tão encantador – eu sempre cuido dele, e você parece ser uma boa garota; eu acho que ele pode gostar de você, e, quem sabe, você pode agarrar um bom namorado. Vamos, junte-se a nós.

Bongi: Pode não ser uma má idéia; eu ainda nem comi. Certo, eu me juntarei a vocês.

*****

(excerto da peça de Valerie Solanas)

Cat: Grande civilização a nossa – minha vizinha do lado foi estuprada e sufocada até a morte por um garoto de entregas.

Ginger: Ah, o pobre garoto. Ele deve ter tido uma péssima mãe.

Russell: Provavelmente gastou todo o seu tempo competindo. Vê o tipo de mundo que as mulheres criam?

Cat (para Bongi): Você passa todo o seu tempo vadiando na rua?

Bongi: Não, eu tenho um instante ocasional ali no beco.

Cat: Então esse é o seu serviço. Esse é um negócio maneiro. Às vezes eu gostaria de ser uma garota, sentar numa mina de ouro; eu estaria mascateando-a por toda a cidade. De todo modo, para que a maioria delas está guardando-a? Para a velhice? Mas você é esperta – fazendo seu talento ser remunerado.

Bongi: Como você saberia o que é meu talento?

Cat: Qual é o talento de qualquer garota?

Bongi: Paciência. De que outra maneira todos vocês babuínos permaneceriam vivos?

Russell: Vocês mulheres se levam muito a sério. Não aceitam uma piada.

Bongi: Não, eu curto piadas. Estou apenas esperando chegar ao palco então eu poderei dizer minhas gracinhas.

Russell: A propósito, estou certo em concluir da sua conversa precedente com este garoto que você não tem um emprego?

Bongi: Isso mesmo. Eu solicitei um emprego uma vez, mas eles não me pagariam o bastante. Eu disse ao cara que não poderia trabalhar por aquele salário miserável. Ele disse que nenhuma das outras garotas lá se importou com o salário, porque o estabelecimento dele era um lugar divertido de se trabalhar e porque havia uma grande quantidade de solteiros desejáveis, bonitos e radiantes trabalhando lá. Eu perguntei a ele se eu poderia receber mais dinheiro se prometesse não me casar com nenhum deles. Ele disse que eu não tinha valores honestos.

Ginger: Indelicado da parte dele dizer isso a você.

Bongi: Mas eu não teria durado nem se me pagassem um mil por semana – eu não sou uma trabalhadora; sou uma amante.

Cat: Eu também; é por isso que eu sou um trabalhador.

Ginger: Isso não faz sentido; não se pode comprar o amor.

Cat: O amor é uma coceira na virilha.

Bongi: Então por que você precisa de uma garota para coçar sua virilha? Coce sua própria virilha.

Cat: Eu sou um cara do tipo sentimental; eu gosto de estar junto.

Russell (para Bongi): Sua ocupação não é um tanto precária?

Bongi: Ela tem seus altos e baixos.

Russell: Eu quero dizer ela não é um tanto insegura?

Bongi: De todo modo, o que a vida deveria ser? Um torneio de paciência?

Russell: Mas você não se preocupa?

Bongi: Nunca a respeito de trivialidades – como de onde vem minha próxima refeição.

Ginger: Sabe, eu considero sua vocação muito encantadora – a cortesã astuta, mestra de todas as graças e artimanhas da sedução. Diga-me, o que uma mulher deve fazer para seduzir um homem?

Bongi: Existir na presença dele.

Ginger: Vamos, por favor; há muito mais do que isso.

Bongi: Bem, se você estiver numa pressa muito grande, você pode tentar andar com sua braguilha aberta.

Ginger: Ah, vamos; pare de brincar. De verdade, eu tenho certeza que você deve considerar uma honra servir como alta sacerdotisa no templo do amor, cumprindo o honrado papel da mulher de agradar os homens. Nós, mulheres, todas nós temos um pouco da prostituta dentro de nós.

Bongi: Eu não.

Ginger: Mas a maioria das mulheres não vai deixá-la sair. Elas não sabem ser mulheres; elas têm água gelada em suas veias.

Bongi: Eu sempre pensei que era sangue.

Ginger: As mulheres deviam cultivar as graças da prostituta. Elas perderam o charme feminino, que uma vez encantou os homens.

Russell: Muito ocupadas competindo.

Ginger: Uma razão pela qual os homens são tão encantados por mim é que eles sentem a paixão selvagem, o animal selvagem, mas uma paixão de bom gosto, contida. Selvagem que eu sou, não sou fácil. Sou uma besta discreta.

Russell: Sim, discrição é a melhor parte da bestialidade, não rasgar ferozmente para alcançar o domínio, a competição de cão-comendo-cão.

Ginger (recitante): Quando uma mulher luta por igualdade ela renuncia à sua superioridade. Isso não é certo, Russell?

Russell: Inquestionavelmente. (Para Bongi.) Isso é muito profundo para você?

Bongi: O que você quer fazer? Colocar as mulheres de volta no purdah?

Cat: Nós não precisamos de purdah; temos os subúrbios.

Russell: Você é muito facilmente abrandado; você não pode ver o horror que está rastejando-se sobre nós. Deus, às vezes eu acho que é uma maldição ser sensível. Casamento – é a arma mais letal delas: antes do casamento os homens são ativos, inquietos e energéticos.

Bongi: Como uma árvore cheia de macacos.

Russell: Juventude exuberante, vibrante.

Bongi: Eu posso adivinhar onde eles estão vibrando.

Russell: Mas depois nós somos acalmados em tranquilidade, embalados em placidez, desvitalizados, domados em submissão; elas nos deixam sem forças com as quais contra-atacar; elas triunfam privando-nos de nosso bem mais precioso – a liberdade de solteiro.

Cat: Liberdade de solteiro, uma ova; essa é a liberdade de um gato de rua – livre para perambular pelas ruas à procura de algo para foder.

Russell: Fazer amor. Bem, vou admitir que há algumas vantagens para o casamento.

Bongi: Como as pensões das viúvas.

Ginger: E a maternidade.

Russell: Ahh, siimm, a Maternidade – bebêzinhos fofinhos e bonitos.

Bongi: Vamos todo mundo curvar nossas cabeças e fazer cuti cuti por dois minutos.

Russell: Um filho para levar meu nome através dos tempos – Fizzlebaum! Eu daria tudo para poder dar à luz, a realização do parto, o que toda mulher está desejando ansiosamente.

Bongi: Eu não.

Ginger: Como você sabe? Você não é uma especialista.

Russell: A maior honra, o poder supremo.

Ginger: A mão que balança o berço governa o mundo. Isso não é certo, Russell?

Russell: É incontestável.

Bongi: Essa é uma maximazinha bem engenhosa – enquanto a mão está balançando o berço ela não balançará o barco.

Ginger: Existem muitas mãos masculinas por aí para fazer qualquer balanço necessário no barco.

Bongi: Eu encontrei relativamente várias mãos masculinas peludas e velhas no meu dia, e não é o barco que elas querem agarrar.

Cat: Por que deveria ser? É um mundo de homens.

Bongi: Apenas por predefinição.

Ginger: Predefinição ou não, eu acho que é maravilhoso.

Cat: Lógico, em um mundo de homens vocês garotas tem a última arma – sexo.

Bongi: Então por que nós nunca tivemos 1 presidente sexy?

Cat (para Bongi): Por que você não se candidata a presidente?

Bongi: Nah, eu gosto de pensar grande.

Ginger: Pessoalmente, eu odiaria ver uma mulher presidente.

Cat: Por quê? Mulheres são tão boas quantos os homens em todos os aspectos.

Bongi: Eu já tive o bastante dos seus insultos.

Ginger: Bem, quer elas sejam ou não, nós nunca teremos uma. Nunca! Nós nunca tivemos… (voz de “então não”) …e nunca teremos. Teremos, Russell?

Russell: É impensável.

Bongi: Talvez ser presidente não seria uma idéia tão má: eu poderia eliminar o sistema monetário, e deixar as máquinas fazerem todo o trabalho.

Cat: Obrigado pelo aviso. Terei certeza de não votar em você. Lógico, eu gostaria de não precisar de ganha-pão – eu não desejo ter de combinar casamento e uma carreira – mas as garotas podem precisar dele. Você sabe o S no símbolo de dólar? Aquilo significa sexo.

Ginger: Na verdade, há algo a ser dito pelo sistema de Bongi; homens precisam de tempo ocioso.

Cat: O que eu farei com todo o ócio? Deitar por aí com uma grande ereção?

Ginger: É um pecado amarrar os homens aos trabalhos. Homens são os caçadores…

Cat: É, eu tenho feito isso bastante.

Ginger: …os aventureiros; eles deveriam ser livres para sair e inventar e explorar, voar para o desconhecido.

Russell: E deixar as crianças para as mulheres? Corroer meu filho com femininidade? Nunca! Quando mães não estão competindo estão servindo de mães; você tem que manter o olho nelas de perto. Eu quero que meu filho seja o melhor possível de todos os homens.

Bongi: Você quer dizer uma mulher mal-feita.

Russell: Quando ele crescer eu quero ser capaz de apontar para ele e dizer: “Aí vai meu filho – o homem.” Eu quero viver em uma cultura masculina.

Bongi: Essa é uma contradição de termos.

Russell: Eu quero um ambiente forte, viril.

Bongi: Então por que você não vai se exibir no ginásio YMCA?

Cat: A guerra dos sexos – ela vem se intensificando por séculos.

Bongi: Eu sei como nós podemos eliminá-la.

Cat: Como?

Bongi: Já ouviu falar de determinação de sexo?

Russell: Nunca! Nunca! Não é natural. Sempre existirão dois sexos.

Bongi: Homens são totalmente irracionais; eles não podem ver porque deveriam ser eliminados.

Russell: Não! O sistema de dois-sexos precisa estar certo; ele tem sobrevivido por centenas de milhões de anos.

Bongi: Assim como a doença.

Russell: Vocês não podem apenas determinar nosso fim. Nós não permitiremos; nós nos uniremos; nós lutaremos.

Bongi: Você também pode resignar-se: no fim a expressão “fêmeas da espécie” será uma redundância.

Russell: Você não sabe o que uma fêmea é, sua monstruosidade assexuada.

Bongi: Completamente o contrário, eu sou tão fêmea que sou subversiva.

<!–[if gte mso 9]> Normal 0 21 false false false MicrosoftInternetExplorer4 <![endif]–><!–[if gte mso 9]> <![endif]–> <!–[endif]–>like where my next meal’s coming from
Anúncios

Entry filed under: Sem categoria. Tags: , , , , , , , , , , .

O Manifesto de SCUM A Cartilha de uma Jovem Garota em Como Alcançar a Classe Ociosa

Deixe um comentário

Preencha os seus dados abaixo ou clique em um ícone para log in:

Logotipo do WordPress.com

Você está comentando utilizando sua conta WordPress.com. Sair / Alterar )

Imagem do Twitter

Você está comentando utilizando sua conta Twitter. Sair / Alterar )

Foto do Facebook

Você está comentando utilizando sua conta Facebook. Sair / Alterar )

Foto do Google+

Você está comentando utilizando sua conta Google+. Sair / Alterar )

Conectando a %s

Trackback this post  |  Subscribe to the comments via RSS Feed


Categorias

Calendário

fevereiro 2010
S T Q Q S S D
     
1234567
891011121314
15161718192021
22232425262728

Tópicos recentes


%d blogueiros gostam disto: